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sexta-feira, 28 de dezembro de 2012
Dragon Ball Z
08:36
Unknown
Veja videos e imagens de Dragon Ball Z para PC na engine de Half-life
Fãs de Dragon Ball Z para PC, preparem-se para um deleite. A equipe por trás do ESF (Earth's Special Forces) divulgou algumas novas imagens e um teaser trailer deste alucinante mod de Half-Life.
É realmente difícil de acreditar que o mod é baseado no motor de Half-Life, uma vez que ele parece lindo e poderia muito bem rivalizar com todos os jogos comerciais de Dragon Ball Z que já foram lançados até hoje.
Earth's Special Forces é um jogo rápido, um jogo de luta em 3ª pessoa baseado no anime de sucesso com lutadores de Dragonball Z. Você será capaz de seleccionar o seu personagem favorito e voar, transformar-se, lutar corpo a corpo.
Cada personagem possui movimentos característicos, habilidades e estilos diferentes de jogo. Alguns são mais fortes no combate corpo a corpo, outros são melhores com ataques de energia.
A equipe também prometeu liberar um novo trailer do jogo no dia do Ano Novo, portanto, fique atento para saber mais sobre este que promete ser um ótimo jogo para PC!
Vejam as novas imagens e o novo trailer a seguir.
É realmente difícil de acreditar que o mod é baseado no motor de Half-Life, uma vez que ele parece lindo e poderia muito bem rivalizar com todos os jogos comerciais de Dragon Ball Z que já foram lançados até hoje.
Earth's Special Forces é um jogo rápido, um jogo de luta em 3ª pessoa baseado no anime de sucesso com lutadores de Dragonball Z. Você será capaz de seleccionar o seu personagem favorito e voar, transformar-se, lutar corpo a corpo.
Cada personagem possui movimentos característicos, habilidades e estilos diferentes de jogo. Alguns são mais fortes no combate corpo a corpo, outros são melhores com ataques de energia.
A equipe também prometeu liberar um novo trailer do jogo no dia do Ano Novo, portanto, fique atento para saber mais sobre este que promete ser um ótimo jogo para PC!
Vejam as novas imagens e o novo trailer a seguir.
quarta-feira, 26 de dezembro de 2012
11:02
Unknown
Eu nunca me esqueço do ano de 2004. Três grandes games de FPS saíram
naquele ano: Far Cry, Doom 3 e Half-Life 2. Um ano marcado pela evolução
técnica em gráficos e física, que até então era orientada por script.
Um ano marcado também pela corrida das placas de vídeo, pois nenhum
destes três jogos rodava 100% nas placas disponíveis. Oito anos se
passaram, a id Software foi adquirida pela ZeniMax Media e, por algum
motivo que desconheço, acharam que valia a pena relançar a franquia
completa para a atual geração.
"BFG" significa Big Fucking Gun, abreviação para a arma mais poderosa da franquia, a BFG 9000 (presente em todos os games). Esta edição, lançada para PC, PlayStation 3 e Xbox 360, contém Doom, Doom 2, Doom 3 e suas respectivas expansões. Falando dos jogos clássicos, Doom vem com os quatro episódios originais, enquanto Doom 2 acompanha as expansões Hell on Hearth e No rest for the living. Para os fãs assíduos, é um pacotão nostálgico válido. Mas para quem nunca jogou, dificilmente irá gostar. E os motivos são vários: controles primitivos, gráficos estourados, música irritante, e dificuldade insana. Nos tempos de Call of Duty, a grande maioria não se importa com estes dois games. Já Doom 3 ao menos desperta interesse.
Doom 3 é um jogo bonito até hoje, talvez devido ao seu visual autêntico e sombrio. Aliás, este é um game que chuta a bunda de muitos outros FPS atuais, especialmente na imersão. Portanto o foco deste BFG Edition está em Doom 3, sendo que podemos considerar os outros dois games como brindes. Agora, o que temos de novidade? Quase nada, infelizmente.
Para justificar esta edição, Doom 3 foi totalmente remasterizado. Com isso o game ganhou melhorias na iluminação, nas texturas, na trilha e efeitos sonoros. O jogo também ficou mais suave, rodando de 60 a 120 quadros por segundo, e foi incluído uma opção para jogar em 3D. A versão para PC oferece o mesmo e um pouco mais: filtro AA até 4x, motion blur até 16x, e resolução ajustável para até 1920x1080. Save a qualquer momento e conquistas (50) também foram incluídas.
Apesar do esforço, a remasterização passa batido mesmo com as atualizações da engine antiga para a nova, id Tech 5 (usada em RAGE). Quem jogou o game original vai ter dificuldades para notar as melhorias, e quem nunca jogou vai continuar achando o game datado. Doom 3 inclui as expansões Resurrection of Evil e a inédita The Lost Mission, que oferece sete novas fases. O que poderia ser uma experiência nova, não passa de material reutilizado.
Outra mudança foi na forma como você usa a lanterna. No game original, você precisa alternar entre a arma e a lanterna, não podendo utilizar as duas ao mesmo tempo. Alguns jogadores reclamaram disso na época e houve até mod para alterar isso, mas eu entendi a decisão dos produtores como uma forma de ampliar a tensão do momento. Enfrentar os demônios em corredores escuros, tendo que desligar a lanterna para atirar, era algo assustador. No BFG Edition, você ativa a lanterna enquanto empunha a arma, mas a bateria dura apenas 15 segundos.
Agora falando sobre o visual do jogo, eu não gostei da nova iluminação. O jogo ficou muito mais claro, eliminando a ambientação sombria e claustrofobia do original. As texturas, que disseram ser remasterizadas, não parecem ter melhorado. Ao meu ver, ficaram piores na versão para consoles. Outra crítica é o bug na versão para Xbox 360: ao instalar o game no HD, você só consegue rodar Doom e Doom 2 pela dashboard, na aba "Meus jogos ".
Doom 3 BFG Edition não é um pacote ruim, mas poderia ter rendido algo melhor e inédito - especialmente se a expansão The Lost Mission não fosse uma colcha de retalhos. O que vale aqui, para quem nunca jogou, é a experiência oferecida em Doom 3 e a expansão Resurrection of Evil. Há poucos games no mercado que dão tanto medo como estes dois. E, pra quem gosta, o modo multiplayer também está no pacote com todos os mapas.
fonte:http://www.gamevicio.com/
"BFG" significa Big Fucking Gun, abreviação para a arma mais poderosa da franquia, a BFG 9000 (presente em todos os games). Esta edição, lançada para PC, PlayStation 3 e Xbox 360, contém Doom, Doom 2, Doom 3 e suas respectivas expansões. Falando dos jogos clássicos, Doom vem com os quatro episódios originais, enquanto Doom 2 acompanha as expansões Hell on Hearth e No rest for the living. Para os fãs assíduos, é um pacotão nostálgico válido. Mas para quem nunca jogou, dificilmente irá gostar. E os motivos são vários: controles primitivos, gráficos estourados, música irritante, e dificuldade insana. Nos tempos de Call of Duty, a grande maioria não se importa com estes dois games. Já Doom 3 ao menos desperta interesse.
Doom 3 é um jogo bonito até hoje, talvez devido ao seu visual autêntico e sombrio. Aliás, este é um game que chuta a bunda de muitos outros FPS atuais, especialmente na imersão. Portanto o foco deste BFG Edition está em Doom 3, sendo que podemos considerar os outros dois games como brindes. Agora, o que temos de novidade? Quase nada, infelizmente.
Para justificar esta edição, Doom 3 foi totalmente remasterizado. Com isso o game ganhou melhorias na iluminação, nas texturas, na trilha e efeitos sonoros. O jogo também ficou mais suave, rodando de 60 a 120 quadros por segundo, e foi incluído uma opção para jogar em 3D. A versão para PC oferece o mesmo e um pouco mais: filtro AA até 4x, motion blur até 16x, e resolução ajustável para até 1920x1080. Save a qualquer momento e conquistas (50) também foram incluídas.
Apesar do esforço, a remasterização passa batido mesmo com as atualizações da engine antiga para a nova, id Tech 5 (usada em RAGE). Quem jogou o game original vai ter dificuldades para notar as melhorias, e quem nunca jogou vai continuar achando o game datado. Doom 3 inclui as expansões Resurrection of Evil e a inédita The Lost Mission, que oferece sete novas fases. O que poderia ser uma experiência nova, não passa de material reutilizado.
Outra mudança foi na forma como você usa a lanterna. No game original, você precisa alternar entre a arma e a lanterna, não podendo utilizar as duas ao mesmo tempo. Alguns jogadores reclamaram disso na época e houve até mod para alterar isso, mas eu entendi a decisão dos produtores como uma forma de ampliar a tensão do momento. Enfrentar os demônios em corredores escuros, tendo que desligar a lanterna para atirar, era algo assustador. No BFG Edition, você ativa a lanterna enquanto empunha a arma, mas a bateria dura apenas 15 segundos.
Agora falando sobre o visual do jogo, eu não gostei da nova iluminação. O jogo ficou muito mais claro, eliminando a ambientação sombria e claustrofobia do original. As texturas, que disseram ser remasterizadas, não parecem ter melhorado. Ao meu ver, ficaram piores na versão para consoles. Outra crítica é o bug na versão para Xbox 360: ao instalar o game no HD, você só consegue rodar Doom e Doom 2 pela dashboard, na aba "Meus jogos ".
Doom 3 BFG Edition não é um pacote ruim, mas poderia ter rendido algo melhor e inédito - especialmente se a expansão The Lost Mission não fosse uma colcha de retalhos. O que vale aqui, para quem nunca jogou, é a experiência oferecida em Doom 3 e a expansão Resurrection of Evil. Há poucos games no mercado que dão tanto medo como estes dois. E, pra quem gosta, o modo multiplayer também está no pacote com todos os mapas.
fonte:http://www.gamevicio.com/
terça-feira, 11 de dezembro de 2012
Rayman Origins
07:52
Unknown
Em uma geração de games em que a maior parte dos títulos AAA envolve
catástrofes, mortes e explosões, é revigorante perceber que a leveza de
algo como Rayman ainda consegue seu espaço. O mais impressionante? Um
espaço muito mais generoso do que aquele normalmente reservado para
belos títulos de ação em plataforma com potencial econômico duvidoso —
quer dizer, as redes de distribuição exclusivamente digital dos
consoles.
Nada mais natural, na verdade. Afinal, jogar a experiência tão rica quanto extensa de Rayman Origins entre propostas “arcade” seria uma completa injustiça. Isso porque o renascimento do mascote da Ubisoft não representa apenas uma homenagem saudosista a tempos já idos... Trata-se de um resgate que consegue, simultaneamente, encerrar o que de melhor havia no período áureo dos jogos em plataforma, sem se descuidar das tendência e exigências que marcam a sétima geração de consoles.

Mas convenhamos, a primeira impressão que se tem ao colocar Rayman Origins no console tem pouco a ver com análises dos movimentos da indústria de games. O que vem à mente é simplesmente um “caramba, isso é realmente bonito!”.
Origins poderia ser classificado como o mais completo e belo caos. A ação descomplicada do game vai levá-lo para o paraíso de cores primárias e ambientes orgânicos concebido pelo brilhante Michel Ancel. Tudo se move. Há vida em qualquer canto, sempre vibrando em um ritmo que parece unificar personagens e cenário para uma experiência sensorial única.

Mas sobretudo, Rayman Origins é divertido. Muito divertido. Sobretudo se você puder contar com alguns bons amigos para dividir a tela de jogo e os objetivos abstratos que embalam a Clareira dos Sonhos (The Glade of Dreams). Vamos aos detalhes.
Sim, Rayman Origins traz belos gráficos, do tipo que jamais passaria vergonha se confrontado com outro título AAA. As opções também são vastas, e ninguém questionaria que o conjunto da obra é, certamente, um título da sétima geração. Entretanto, há algo aqui que deliberadamente viaja no tempo para resgatar o que de melhor havia nos jogos de ação de 10 ou mais anos atrás.
Rayman é simples, mas jamais entediante. Trata-se de mecânicas “direto ao ponto” que complementam perfeitamente a proposta geral. Ademais, há em Origins — mesmo que apenas parcialmente — aquela dificuldade característica, típica de uma época em que os desenvolvedores não precisavam pajear os jogadores entregando desafios semelhantes a passeios no parque.
Em outras palavras, Rayman Origins vai matá-lo muitas vezes. Vai exigir que você desenvolva as habilidades antes de passar determinada fase — sobretudo em mundo mais avançados. E, bem, caso você consiga resgatar um pouco daquela paciência e determinação que forjavam os jogadores de outrora, é fácil prever que a experiência trará também aquele gostinho (hoje bastante raro) de dever cumprido.
Beleza... Mesmo nos mínimos detalhes
Rayman Origins teve simplesmente uma das melhores direções artísticas da atual geração de games. Ao criar o caos profuso de cores e movimentos do game, Michel Ancel não apenas se ocupou de lançar mais e mais elementos, mais e mais matizes. Cada um dos mundo aqui — seja um deserto ou uma floresta densa — parecem respeitar um cerne, um ponto central de onde toda a experiência visual de Origins surgiu.

Não há pontas soltas, assim como não há elementos desnecessários ou descartáveis. Trata-se de um universo construído como um grande organismo, com temáticas bem elaboradas (e também bem humoradas) que se complementam e apenas enriquecem a paisagem geral.
Um caleidoscópio interativo
Praticamente qualquer elementos em Origins é interativo. Há movimento por toda parte, e nenhuma parte dele parece existir sem algum propósito. Você saltará sobre gêiseres espumantes, e também terá que pressionar botões de flautas gigantescas para liberar uma estrutura de cenário, para, logo em seguida, sair deslizando por corredeiras em velocidade nauseante. Uma dica? Pare em alguns momentos, apenas para apreciar a paisagem. Realmente vale a pena.

Ainda mais divertido no multiplayer!
É claro que Origins traz um excelente modo single player. Entretanto, é mesmo ao dividir a tela com alguns bons amigos que a coisa toda acontece. Você e os demais heróis da Clareira dos Sonhos vão se ajudar, mas também vão se xingar e, principalmente, vão rir muito — principalmente durante os desafios pensados especialmente para quando mais de um jogador ocupa a tela.

É só seguir o ritmo
Não há como negar: o ambiente orgânico de Rayman Origins é fortemente
influenciado pelas belíssimas músicas que embalam cada um dos cenários.
São instrumentos de sobro, percussões e cordas perfeitamente engendradas
para compor uma atmosfera que não se esquece tão rápido.
Em um jogo que prima pela ação coletiva, é realmente difícil entender por que não há um modo multijogador online. Não que dividir a sua sala de estar com alguns bons amigos não represente um apelo extra (sobretudo considerando-se o humor característico do game), mas não seria nada mal poder compartilhar a experiência com outros jogadores através da rede.
Junte itens colecionáveis... Ou se arrependa depois
A segunda metade de Origins passa a exigir demais do jogador, e não necessariamente de uma forma divertida. Prepare-se para retornar várias vezes aos primeiros mundos para buscar objetos colecionáveis já que, de outra forma, não haverá como desbloquear as últimas fases.
Mas Rayman Origins é também o resgate de um período bastante único dos vídeo games. Um tempo em que jogos de plataforma não eram relegados a fatias menores do mercado — quando, de fato, surgiram alguns dos maiores heróis de ação que se conhece hoje. Origins resgata aquele feeling que era composto por uma dose de ação descomprometida para duas de dificuldade nauseante. Enfim, prepare-se para uma bela, divertida e engraçada viagem no tem
Nada mais natural, na verdade. Afinal, jogar a experiência tão rica quanto extensa de Rayman Origins entre propostas “arcade” seria uma completa injustiça. Isso porque o renascimento do mascote da Ubisoft não representa apenas uma homenagem saudosista a tempos já idos... Trata-se de um resgate que consegue, simultaneamente, encerrar o que de melhor havia no período áureo dos jogos em plataforma, sem se descuidar das tendência e exigências que marcam a sétima geração de consoles.
Mas convenhamos, a primeira impressão que se tem ao colocar Rayman Origins no console tem pouco a ver com análises dos movimentos da indústria de games. O que vem à mente é simplesmente um “caramba, isso é realmente bonito!”.
Origins poderia ser classificado como o mais completo e belo caos. A ação descomplicada do game vai levá-lo para o paraíso de cores primárias e ambientes orgânicos concebido pelo brilhante Michel Ancel. Tudo se move. Há vida em qualquer canto, sempre vibrando em um ritmo que parece unificar personagens e cenário para uma experiência sensorial única.
Mas sobretudo, Rayman Origins é divertido. Muito divertido. Sobretudo se você puder contar com alguns bons amigos para dividir a tela de jogo e os objetivos abstratos que embalam a Clareira dos Sonhos (The Glade of Dreams). Vamos aos detalhes.
Aprovado
De volta à época dourada da ação em plataformaSim, Rayman Origins traz belos gráficos, do tipo que jamais passaria vergonha se confrontado com outro título AAA. As opções também são vastas, e ninguém questionaria que o conjunto da obra é, certamente, um título da sétima geração. Entretanto, há algo aqui que deliberadamente viaja no tempo para resgatar o que de melhor havia nos jogos de ação de 10 ou mais anos atrás.
Rayman é simples, mas jamais entediante. Trata-se de mecânicas “direto ao ponto” que complementam perfeitamente a proposta geral. Ademais, há em Origins — mesmo que apenas parcialmente — aquela dificuldade característica, típica de uma época em que os desenvolvedores não precisavam pajear os jogadores entregando desafios semelhantes a passeios no parque.
Em outras palavras, Rayman Origins vai matá-lo muitas vezes. Vai exigir que você desenvolva as habilidades antes de passar determinada fase — sobretudo em mundo mais avançados. E, bem, caso você consiga resgatar um pouco daquela paciência e determinação que forjavam os jogadores de outrora, é fácil prever que a experiência trará também aquele gostinho (hoje bastante raro) de dever cumprido.
Beleza... Mesmo nos mínimos detalhes
Rayman Origins teve simplesmente uma das melhores direções artísticas da atual geração de games. Ao criar o caos profuso de cores e movimentos do game, Michel Ancel não apenas se ocupou de lançar mais e mais elementos, mais e mais matizes. Cada um dos mundo aqui — seja um deserto ou uma floresta densa — parecem respeitar um cerne, um ponto central de onde toda a experiência visual de Origins surgiu.
Não há pontas soltas, assim como não há elementos desnecessários ou descartáveis. Trata-se de um universo construído como um grande organismo, com temáticas bem elaboradas (e também bem humoradas) que se complementam e apenas enriquecem a paisagem geral.
Um caleidoscópio interativo
Praticamente qualquer elementos em Origins é interativo. Há movimento por toda parte, e nenhuma parte dele parece existir sem algum propósito. Você saltará sobre gêiseres espumantes, e também terá que pressionar botões de flautas gigantescas para liberar uma estrutura de cenário, para, logo em seguida, sair deslizando por corredeiras em velocidade nauseante. Uma dica? Pare em alguns momentos, apenas para apreciar a paisagem. Realmente vale a pena.
Ainda mais divertido no multiplayer!
É claro que Origins traz um excelente modo single player. Entretanto, é mesmo ao dividir a tela com alguns bons amigos que a coisa toda acontece. Você e os demais heróis da Clareira dos Sonhos vão se ajudar, mas também vão se xingar e, principalmente, vão rir muito — principalmente durante os desafios pensados especialmente para quando mais de um jogador ocupa a tela.
É só seguir o ritmo
Reprovado
Sem multiplayer onlineEm um jogo que prima pela ação coletiva, é realmente difícil entender por que não há um modo multijogador online. Não que dividir a sua sala de estar com alguns bons amigos não represente um apelo extra (sobretudo considerando-se o humor característico do game), mas não seria nada mal poder compartilhar a experiência com outros jogadores através da rede.
Junte itens colecionáveis... Ou se arrependa depois
A segunda metade de Origins passa a exigir demais do jogador, e não necessariamente de uma forma divertida. Prepare-se para retornar várias vezes aos primeiros mundos para buscar objetos colecionáveis já que, de outra forma, não haverá como desbloquear as últimas fases.
Vale a pena?
Rayman Origins representa uma combinação única de saudosismos, humor, diversão e beleza. Há um ambiente orgânico, em que tudo apresenta movimento; em que tudo parece ligado a um centro comum. Há também uma das mais belas direções de arte que já se viu nos video games, com atenção mesmo aos mínimos detalhes, transformando o resultado em uma bela obra de arte interativa.Mas Rayman Origins é também o resgate de um período bastante único dos vídeo games. Um tempo em que jogos de plataforma não eram relegados a fatias menores do mercado — quando, de fato, surgiram alguns dos maiores heróis de ação que se conhece hoje. Origins resgata aquele feeling que era composto por uma dose de ação descomprometida para duas de dificuldade nauseante. Enfim, prepare-se para uma bela, divertida e engraçada viagem no tem

